Descoberta da obra
Há cerca de 30 anos, uma amiga católica me deu vários volumes da 1ª edição da obra. Ao ler alguns capítulos, achei Jesus muito humano e muito severo e não continuei minha leitura. Também achava essa amiga um pouco excessiva em sua fé. 10 anos depois, o vídeo de J-F Lavère me convenceu da autenticidade dos escritos de Maria Valtorta. Recomecei minha leitura e comprei a íntegra das obras publicadas, assisti aos vídeos na web, pen drive etc...
Impacto na fé
Mais nada me interessa hoje, além de Jesus, que nos faz uma tal graça, pelo dom desta obra à humanidade. Compreendo o caminho imenso que preciso agora percorrer. Tento estar quase todos os dias na missa, na adoração ao Santíssimo Sacramento, participar com fervor do meu grupo de oração, o terço diário, o apostolado na web e ao meu redor, a confissão frequente. Quando se está aposentado, tem-se tanto tempo para rezar. As provações de saúde são oferecidas com amor. Maria também é nosso modelo. O objetivo é fazer em tudo e a todo instante a vontade de Deus. "Pai, se for possível que este cálice se afaste de mim, não a minha vontade, mas a tua."
Graças recebidas
As graças... Pois é falar com Jesus, sempre feliz em agradecê-lo, por todas as graças que ele já nos deu. Pois ele nos fala com esses escritos, mas também no fundo do nosso coração. "Se ele me chamar, eu lhe responderei, estarei ao seu lado na sua provação, vou libertá-lo, glorificá-lo, enchê-lo de longos dias e lhe revelar minha salvação" Sl 90.
O que diria a alguém que hesita em descobrir esta obra?
Difícil quando se vê a relutância de alguns católicos. Para mim, as provas científicas são incontestáveis. Não sei como falar com alguém que carece de bom senso. É preciso saber levantar os preconceitos, testemunhar uma certa santidade, muito amor, encorajar a pessoa a ler os testemunhos de conversão, mostrar a urgência de anunciar o Evangelho ao mundo inteiro, que caminha para a sua perdição.
Complemento do testemunho
Gostaria de dizer que, se não fossem os escritos de Maria Valtorta, que não são a origem da minha primeira conversão, pois devo minha conversão ao Santo Sudário de Turim aos 33 anos, após uma vida talvez pior, senão da mesma desordem que a de Maria Madalena; é sem dúvida pela imensa graça da obra que consegui me manter firme nas provações que atravessei desde então até hoje. Que Deus seja abençoado.