André Roy
Canadá · 30/09/2025
Descoberta da obra
Descobri a obra por meio do site Marie de Nazareth. Também encontrei pessoas que haviam lido a obra e me disseram que a apreciaram. Posso especificar o ano, 2014, pois é um ano crucial na minha vida espiritual. Eu acabara de passar por 10 anos de vida salpicada de pornografia e concupiscência. Meu casamento estava em perigo. Eu estava em um vazio. Não conseguia sair dessa situação. Minha esposa me colocou contra a parede. Fui criado em um ambiente cristão. Então, comprei os 10 volumes do Evangelho como me foi revelado para mudar de ideia.
Impacto na fé
Comprei a primeira versão da obra. O primeiro volume me pareceu árduo, mas a continuação foi uma verdadeira descoberta. Gostei do contato de Jesus com os apóstolos e os discípulos. Sua paciência com cada um e seu amor, mesmo com Judas, ao longo de toda sua vida pública. Havia mais detalhes, o que me obrigava a verificar nos Evangelhos as diferenças ou concordâncias. A apresentação dos diferentes personagens ao redor de Cristo também me permitiu entender as motivações de cada um. O caminho de Pedro, em particular, é simplesmente inspirador. Compreendi melhor seu caráter, suas forças e fraquezas. O mesmo com cada um dos outros apóstolos, assim como com vários discípulos. Algumas passagens literalmente me partiram o coração. Cristo é realmente apresentado como um Homem vivendo entre os homens. Mas suas qualidades são divinas. Pude acompanhar Cristo quase dia a dia. Cada um de seus deslocamentos é especificado com descrições abundantemente ilustradas. O papel de Maria também é destacado. Ela está presente, mas discreta.
Graças recebidas
Já mencionei que 2014 é uma data crucial no meu caminho espiritual. Após uma primeira leitura da obra, fiz uma segunda leitura com a versão feita com a ajuda de um tradutor experiente. Apreciei melhor o primeiro volume, que é centrado em Maria e nos primeiros anos de Cristo. As leituras da obra me incentivaram a frequentar mais assiduamente sites mais religiosos. Gradualmente, tornei-me um cristão que participa regularmente da eucaristia e até comecei, com minha esposa, a rezar o terço todos os dias. Minha esposa me perdoou por meus desvios. E nossa vida de casal é hoje muito mais feliz. Não digo que tudo isso se deve à obra, mas a graça de Deus, que me colocou no caminho da obra, sem dúvida ajudou.
O que diria a alguém que hesita em descobrir esta obra?
Eu lhe diria para passar por cima das críticas e dos comentários negativos que se pode ler e formar uma opinião pessoal. Não há, na minha opinião, nenhuma contradição entre os Evangelhos canônicos e a obra de Maria Valtorta. Há muito mais detalhes e relatos, mas nada que contradiga os Evangelhos. Mesmo o evangelista São João diz que o Evangelho que ele escreveu é incompleto.